Conhecida como o "Coração de Rondônia", Ji-Paraná é a segunda maior cidade do estado e a principal parada da BR-364 entre Porto Velho e Cuiabá. Sua história começa em 1909, quando a Comissão Construtora de Linhas Telegráficas, comandada pelo Marechal Rondon, instalou ali a Estação Telegráfica Presidente Pena para ligar Cuiabá ao Rio Madeira — o pequeno posto militar daria origem à Vila de Rondônia, emancipada como município em 22 de novembro de 1977. Banhada pelo Rio Machado e pelo Rio Urupá, que se encontram em uma ilha em formato de coração no perímetro urbano, Ji-Paraná carrega no apelido a geografia que a definiu. O Museu das Comunicações Marechal Rondon, instalado no antigo posto telegráfico de 1912, é o principal atrativo histórico e recebe visitantes do Brasil e do exterior; ali ao lado, o Memorial Marechal Rondon — pirâmide de granito à beira do Rio Machado — marca o ponto provável onde a Coluna Rondon pisou em terra firme após cruzar o rio em 1909. A cidade respira agropecuária: a Expoji (Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial), em julho, é uma das maiores feiras do Norte e reúne leilões, rodeios e shows nacionais. Ao redor, a paisagem amazônica se abre em cachoeiras, trilhas e mirantes — como a Pedra do Urubu, formação rochosa de quase 300 metros com vista panorâmica do entorno. Nas mesas, o tambaqui assado, o pirarucu de casaca, a farofa de banana e o açaí na cuia traduzem a culinária ribeirinha que faz de Ji-Paraná uma porta de entrada autêntica à Amazônia rondoniense.
Eventos, experiências, serviços e pontos turísticos em Ji-Paraná.

Ponto onde os dois principais rios da cidade se encontram, formando uma ilha fluvial em formato de coração — origem do apelido Coração de Rondônia. Ideal para passeios de barco e fotos aéreas.

Pirâmide em alvenaria revestida de granito, à beira do Rio Machado, marca o ponto provável onde a Coluna Rondon desembarcou em 1909. Fica a 500 m do Museu das Comunicações, no início da Rua Dom Augusto.

Antiga Estação Telegráfica Presidente Pena (1912/1914), construída pelo Marechal Rondon para ligar Cuiabá a Porto Velho via telégrafo. Hoje preserva equipamentos originais e é Patrimônio Histórico estadual.

Sé da Diocese de Ji-Paraná (criada em 1983); o templo original de 1960 foi demolido em 2016 e a nova catedral, em estilo contemporâneo, foi reerguida no centro da cidade, dedicada ao padroeiro São João Bosco.

Inaugurado em 2018, conta com 700 m de passarela suspensa sobre lagoas naturais, trilhas em mata fechada, mirante, quadras e duas praças. Entrada gratuita; principal área verde da cidade para famílias e atletas.

Imponente formação rochosa na zona rural, com aproximadamente 299 m de altura. Trilhas e escaladas levam ao topo, com vista panorâmica espetacular da floresta amazônica — destino preferido para o pôr do sol.

Beira-rio urbana com bares, restaurantes flutuantes e píeres de embarque. Ponto de partida para passeios de barco até a ilha do Encontro dos Rios e ideal para banho de rio em remansos seguros.

A região de Ji-Paraná abriga várias cachoeiras de fácil acesso, como a Cachoeira Santa Clara e quedas no Vale das Cachoeiras (Nova União/RO), próximas, ideais para banho e ecoturismo no fim de semana.
Ji-Paraná é conhecida por seus eventos que movimentam a cidade ao longo do ano.

Maior feira agropecuária do Norte do Brasil, reúne leilões de gado, rodeios em touros, shows nacionais, exposição de máquinas e parque de diversões no Parque de Exposições Edson Lopes.

Quadrilhas, fogueiras, comidas típicas amazônicas e shows regionais movimentam praças e clubes da cidade durante todo o mês de junho, celebrando São João, São Pedro e Santo Antônio.

Bloquinhos de rua, matinês e bailes em clubes tradicionais marcam o Carnaval ji-paranaense, com forte presença de marchinhas e ritmos amazônicos como o carimbó.

Em 22 de novembro a cidade comemora a data de instalação do município (1977) com programação cívica, missa solene, shows na orla do Rio Machado e atividades culturais nas escolas.
Uma seleção da cena gastronômica de Ji-Paraná.

Conjunto de casas tradicionais à beira do Rio Machado especializadas em peixes amazônicos: tambaqui assado na brasa, pirarucu de casaca, caldeirada e o tradicional peixe na folha de bananeira.

Pequenas casas espalhadas pelo centro servem o açaí na cuia ao estilo do Norte — grosso, com peixe frito, farinha d'água ou camarão — alternativa autêntica ao açaí adocicado do Sudeste.

Tradição de cidade de fronteira agropecuária, as churrascarias ao longo da BR-364 servem picanha, costela no fogo de chão e farofa amazônica em sistema de rodízio, parada obrigatória de viajantes.

Tapioca recheada com queijo coalho, charque ou frutas regionais como cupuaçu e açaí — herança da forte presença nordestina e ribeirinha na formação cultural de Ji-Paraná.
Acesso pela BR-364, principal eixo rodoviário de Rondônia, que corta a cidade no sentido norte-sul
Aeroporto Regional José Coleto (JPR/SBJI), na Av. das Seringueiras
Terminal Rodoviário de Ji-Paraná, na zona central
Embarcações de pequeno porte no Rio Machado

Polo cafeeiro e leiteiro vizinho, conhecido pelas pequenas propriedades familiares e pela forte produção de café robusta, parte da Indicação Geográfica Robustas Amazônicos.

Cidade rondoniense banhada pelo Rio Machado, parada importante na BR-364 com forte produção agropecuária e referência regional em cafeicultura.

Quarto município mais populoso de Rondônia, polo agroindustrial banhado pelo Rio Jaru, com balneários e turismo de pesca esportiva nos rios da região.

Importante centro regional do café e capital do agronegócio rondoniense, com forte presença indígena Suruí-Paiter e o Aeroporto Capitão Cláudio Fontanive (OAL).

Capital de Rondônia, banhada pelo Rio Madeira, abriga a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, as Três Caixas D'Água e o Arraial Flor do Maracujá. Ligação direta pela BR-364.
Descubra experiências únicas, eventos imperdíveis e lugares encantadores em Ji-Paraná, Rondônia.