HÁ UMA FESTA SEM COMEÇO QUE NÃO TERMINA COM O FIM | Abertura do FETO  Festival Estudantil de Teatro

HÁ UMA FESTA SEM COMEÇO QUE NÃO TERMINA COM O FIM | Abertura do FETO Festival Estudantil de Teatro

Rua Pitangui · Belo Horizonte

Informações

Data
27 de outubro de 2026 até 27 de outubro de 2026
Local
Rua Pitangui
Belo Horizonte

Organizador

Centro Cultural Galpão Cine Hortobot meVOU
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Sobre o Evento

FETO – Festival Estudantil de Teatro O FETO – Festival Estudantil de Teatro, realizado desde 1999, em Belo Horizonte, chega à sua 23ª edição com a finalidade de valorizar, dar visibilidade e fomentar o teatro feito em escolas, universidades, cursos livres e técnicos de todo o país. O Festival também estimula a reflexão e o debate sobre o teatro estudantil e o universo da cena, promove a formação de público e democratiza o acesso à cultura por meio de atividades destinadas a diferentes públicos. Espetáculo de Abertura – Há uma Festa sem Começo que não Termina com o Fim Para celebrar a abertura de sua 23ª edição, o FETO recebe o espetáculo Há uma Festa sem Começo que não Termina com o Fim, do Pavilhão da Magnólia, do Ceará. SINÓPSE: Uma peça, uma festa e um manifesto pela democracia e a diversidade. O espetáculo “Há uma festa sem começo que não termina com o fim” estreou em Fortaleza em 2021, sendo a primeira obra apresentada ao público na retomada dos teatros após as medidas de isolamento na pandemia de covid-19. A criação apresenta uma pesquisa de linguagem que flerta com o documental e a palestra-performance, onde quatro atores Eliel Carvalho, Jota Júnior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima, percorrem memórias pessoais e coletivas, como páginas de um livro vivo, e atualizam traços da ferida colonial num discurso agudo, íntimo e irreverente, nos mostrando que é no corpo que toda política fica gravada. Ao abordar temáticas como ancestralidade, gênero, racismo e o fazer artístico, o espetáculo instaura um manifesto em favor da democracia em tempos de assombro com os discursos da extrema-direita pelo mundo. A peça tem direção e dramaturgia de Francis Wilker, codireção e dramaturgismo de Thereza Rocha, e interlocução dramatúrgica de Ricardo Cabaça, artista português residente em Lisboa. O espetáculo tem se apresentado em importantes festivais e palcos de diversas regiões do Brasil e recentemente realizou circulação internacional na cidade de Porto e Lisboa, Portugal. O grupo Pavilhão da Magnólia de Fortaleza/CE, com 21 anos de trajetória, se consolida como um dos grupos expoentes do teatro brasileiro contemporâneo e investe em diversificados caminhos de criação em diálogo com outros criadores da cena, com uma atenção a experimentações de linguagens que ampliem os limites do que compreendemos por teatro para adultos e para as infâncias. Assim, surge um potente repertório que passeia por experiências para as infâncias e para o público adulto. São mais de 1300 apresentações (18 espetáculos montados) em mais de 90 cidades e participando de importantes festivais e mostras de teatro e arte do país. Nosso repertório é composto hoje por: JARARACA[S] (2026) ; direção de Murillo Ramos(CE) e dramaturgia de Giordano Castro(PE) - A Força da Água (2024) direção e dramaturgia de Henrique Fontes (RN) - Há uma festa sem começo que não termina com o fim - 2021; direção: Francis Wilker (DF/CE) - Napoleão - 2019; direção: Marcelo Romagnoli (SP) - Maquinista - 2018; direção: Herê Aquino (CE) - Ogroleto (2015) ; direção: Miguel Vellinho(RJ). Desde 2018, tem como sede, a Casa Absurda, espaço de cultura independente da cidade de Fortaleza/CE. Em 2025 foi premiado na categoria “Destaque Nacional”da 35ª edição do Prêmio Shell de Teatro. FICHA TÉCNICA: Elenco: Iago, Jota Júnior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima Direção e Dramaturgia: Francis Wilker Codireção e Dramaturgismo: Thereza Rocha Interlocução dramatúrgica: Ricardo Cabaça/ Lisboa-Portugal Light Design: Guilherme Bonfanti e Wallace Rios Coordenação técnica: Nelson Albuquerque Direção de Arte: Rodrigo Frota Costura e consultoria Figurino atriz: Ricardo Bessa Estandartes: Li Mendes e Joaquim Sotero Pesquisa de Movimento: Thereza Rocha Música e Instalação Sonora: Ayrton Pessoa Bob Voz em off: Priscila Scaren Consultoria histórica sobre o teatro cearense: Ricardo Guilherme Designer Gráfico e Fotos: Carol Veras Fotos divulgação: Allan Diniz Colaboração artística: Micheli Santini

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