Rasga o Coração

Rasga o Coração

Avenida Presidente Tancredo Neves · Aracaju

Informações

Data
05 de novembro de 2026
Local
Avenida Presidente Tancredo Neves
Aracaju

Organizador

FUNDAÇÃO DE CULTURA E ARTE APERIPÊ DE SERGIPE (FUNCAP/SE)bot meVOU
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Sobre o Evento

Concerto: Rasga o Coração — Série Cajueiros VIII Data: 5 de novembro Horário: 20h Local: Teatro Tobias Barreto, Aracaju (SE) Programa: Rasga o Coração Daniel NERY, regente Coro Sinfônico da Orsse Eli CAVALCANTE, regente e piano Verônica Santos, preparadora vocal Liss Belfort, soprano Juliana Cordeiro, contralto Narciso Menezes, tenor Aquilino de Brito Neto, barítono   Geraldo ESPÍNDOLA Cunhataiporã Alberto NEPOMUCENO  Sinfonia em Sol menor I. Allegro con enthusiasmo II. Andante quasi adagio III. Presto IV. Con fuoco   Dimitri CERVO Toronubá   Capiba Grande Missa Armorial Kyrie/Gloria Heitor VILLA-LOBOS Choros n.  10 (Rasga o Coração)    ORSSE apresenta “Rasga o Coração”, concerto sobre as raízes e a identidade da música brasileira Sob regência de Daniel Nery, apresentação reúne obras de Nepomuceno, Dimitri Cervo, Capiba e Villa-Lobos, com participação do Coro Sinfônico da ORSSE. Concerto integra a Série Cajueiros e acontece em 5 de novembro, no Teatro Tobias Barreto. A Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) apresenta, no dia 5 de novembro, às 20h, no Teatro Tobias Barreto, o concerto Rasga o Coração, que integra a Série Cajueiros. Sob regência do maestro e diretor artístico da Orsse Daniel Nery, a apresentação propõe uma viagem pelas raízes da música brasileira, explorando o encontro entre matrizes indígenas e africanas, tradições populares e a influência europeia na construção da identidade musical do país. Inspirado no Choros nº 10, de Heitor Villa-Lobos, o programa constrói um percurso por diferentes dimensões dessa história. A jornada começa com Cunhataiporã, de Geraldo Espíndola, interpretada pelo Coro Sinfônico da ORSSE, evocando referências indígenas. Em seguida, a Sinfonia em Sol menor, de Alberto Nepomuceno, representa o diálogo da música brasileira com as formas e a tradição sinfônica europeias. A obra Toronubá, de Dimitri Cervo, aprofunda a reflexão sobre a história dos povos originários. O próprio compositor dedica a peça “em memória aos indígenas brasileiros que resistiram à invasão europeia a partir de 1500”, trazendo para o centro do concerto a memória da resistência indígena. Na sequência, trechos da Grande Missa Armorial, de Capiba — Kyrie e Gloria, na orquestração de Eli Cavalcante — aproximam a linguagem sinfônica das raízes culturais nordestinas. O percurso culmina no Choros nº 10, de Villa-Lobos, obra emblemática que combina referências da música popular brasileira e escrita orquestral em uma síntese de grande força expressiva. Com esse repertório, a ORSSE convida o público a percorrer uma narrativa musical que atravessa heranças, conflitos e encontros culturais, da tradição sinfônica europeia às expressões que afirmam a diversidade brasileira. Em Rasga o Coração, a música torna-se espaço de memória e reflexão sobre as origens e a identidade cultural do país.

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