A irmã de Cuiabá às margens do Rio Cuiabá — porta aérea de Mato Grosso, terra de Nossa Senhora da Guia, do pintado na brasa e do Pantanal cuiabano logo ali.
Várzea Grande é a segunda maior cidade de Mato Grosso e parceira inseparável de Cuiabá — separadas apenas pelo Rio Cuiabá, as duas formam a maior região metropolitana do Centro-Oeste fora do Distrito Federal. Fundada em 15 de maio de 1867 e emancipada em 1948, a cidade nasceu às margens do rio como povoado de pescadores e pequenos agricultores e cresceu sob a devoção a Nossa Senhora da Guia, sua padroeira desde o século XIX. Hoje, com cerca de 290 mil habitantes, Várzea Grande é o portão aéreo do estado: aqui está o Aeroporto Internacional Marechal Rondon (CGB), inaugurado em 1956 e internacionalizado em 1996, que atende toda a capital e o Pantanal Norte. A Igreja de Nossa Senhora da Guia, erguida em 1892 em taipa de pilão e tombada como patrimônio histórico, é o marco fundador da cidade — palco da Festa de Nossa Senhora da Guia, segunda maior celebração católica de Mato Grosso, que se estende por nove meses de novenas, procissões e visitas com o estandarte. A vida varzeagrandense pulsa na Praça da Matriz, no calçadão do bairro Cristo Rei e nos parques urbanos como o Flor do Ipê — 19 hectares de mata, trilhas suspensas e fauna do cerrado. A gastronomia compartilha raízes cuiabanas: peixaria de pintado e pacu na brasa, mojica, maria-isabel, farofa de banana e doces como o furrundu. Cruzada pela BR-070 e BR-364, com a imponente Ponte Sérgio Motta sobre o Rio Cuiabá ligando-a à capital, Várzea Grande é base estratégica para quem chega ao estado e ponto de partida para o Pantanal, a Chapada dos Guimarães e a maior aventura mato-grossense.
Eventos, experiências, serviços e pontos turísticos em Várzea Grande.

Marco fundador de Várzea Grande, foi erguida em 1892 em taipa de pilão pelos mestres Elesbão Pinto e Sebastião dos Anjos, 25 anos depois da fundação do então distrito. Tombada em 1998 como patrimônio histórico, artístico e cultural do município.

Inaugurado em 1956 e internacionalizado em 1996, o aeroporto atende toda a região metropolitana de Cuiabá e é portão de entrada para o Pantanal Norte e a Chapada dos Guimarães. Nomeado em homenagem ao Marechal Cândido Rondon (1865-1958).

Reserva urbana de 19 hectares no bairro Carrapicho, com 4 hectares de trilhas suspensas onde é possível avistar macacos, esquilos, tamanduá-mirim, aves e árvores nativas com placas descritivas — refúgio verde da cidade.

Ponte estaiada sobre o Rio Cuiabá que faz a principal ligação entre Várzea Grande e Cuiabá, símbolo da integração entre as duas cidades-irmãs e cartão-postal urbano do Vale do Rio Cuiabá, especialmente iluminada à noite.

A Praça da Matriz é o coração cívico de Várzea Grande, abrigando a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, palco do ápice da Festa de Nossa Senhora da Guia, e concentrando comércio tradicional e movimento cultural.

Estádio municipal de Várzea Grande, sede de partidas do futebol mato-grossense, com arquibancadas que abraçam o gramado em ambiente popular e familiar — palco da torcida varzeagrandense.

Parque urbano ao lado do Paço Municipal, muito utilizado pelos moradores para caminhadas, corridas e exercícios ao ar livre, com lago central e área verde no coração administrativo da cidade.
Várzea Grande é conhecida por seus eventos que movimentam a cidade ao longo do ano.

Padroeira de Várzea Grande, Nossa Senhora da Guia é homenageada na maior celebração religiosa da cidade — a segunda maior festa católica de Mato Grosso. A programação se estende por nove meses, com missas mensais, procissão penitencial em março e o ápice em maio com a coroação e procissão luminosa pelas comunidades da paróquia.

Em 15 de maio, Várzea Grande celebra a data de sua fundação (1867) com programação cívica, missa solene em homenagem a Nossa Senhora da Guia, shows na Praça da Matriz, feiras de artesanato e apresentações culturais que destacam a identidade varzeagrandense.

Em junho e julho, a cidade ganha quadrilhas, fogueiras e arraiás em escolas, paróquias, bairros e clubes. As barraquinhas servem comidas típicas — pamonha, canjica, paçoca, arroz de carreteiro — e os arraiais celebram Santo Antônio, São João e São Pedro com bandeirinhas e forró pé-de-serra.

O Carnaval varzeagrandense reúne blocos de rua, matinês infantis nos clubes locais e desfiles de bairro embalados pelo lambadão cuiabano — ritmo regional típico que dá identidade ao folião do Vale do Rio Cuiabá.
Uma seleção da cena gastronômica de Várzea Grande.

Tradição compartilhada com Cuiabá: às margens do Rio Cuiabá, as peixarias servem pintado na brasa, mojica, ventrecha de pacu e caldo de piranha — programa clássico de fim de semana mato-grossense, com vista para o rio e o pôr do sol.

A maria-isabel — arroz com charque típico do Centro-Oeste — é prato obrigatório nas casas regionais de Várzea Grande, geralmente acompanhado de farofa de banana, mandioca e couve refogada. Self-services e restaurantes de bairro disputam quem faz a melhor versão.

O furrundu (doce de mamão verde com rapadura e gengibre) e o bolo de arroz cuiabano são heranças coloniais preservadas nas doçarias e padarias varzeagrandenses, ideais para acompanhar o cafezinho regional.

Próximos ao Aeroporto Marechal Rondon, restaurantes oferecem opções de gastronomia regional para quem chega a Mato Grosso — uma primeira parada para experimentar pintado, mojica e arroz de carreteiro antes de seguir viagem.
O Aeroporto Internacional Marechal Rondon (CGB) fica DENTRO de Várzea Grande — a poucos minutos do centro varzeagrandense e a cerca de 11 km do centro de Cuiabá. É o principal portão aéreo de Mato Grosso.
Várzea Grande está no entroncamento das duas principais rodovias federais do Centro-Oeste: BR-070 (ligação leste para Goiânia/Brasília) e BR-364 (eixo Rondônia-São Paulo). A Ponte Sérgio Motta liga a cidade à capital.
Várzea Grande é atendida pelo terminal urbano local e tem integração rodoviária com Cuiabá pela Rodoviária Engenheiro Cássio Veiga de Sá, que centraliza linhas interestaduais. Linhas urbanas ligam VG a todos os bairros da capital.

A capital de Mato Grosso é praticamente conurbada a Várzea Grande — separadas apenas pelo Rio Cuiabá. Centro Geodésico da América do Sul, Catedral Basílica e Arena Pantanal estão a poucos minutos do centro varzeagrandense.

Pequeno município pantaneiro a noroeste, com paisagens rurais, rios e tradição agropecuária — porta de saída de Várzea Grande para a região do Alto Rio Cuiabá.

Cidade vizinha banhada pelo Rio Cuiabá, com forte herança ribeirinha e festejos religiosos tradicionais — ponto de cultura interiorana próximo da capital.

Vila histórica em meio à Chapada dos Guimarães, com cachoeiras como o Véu de Noiva, mirantes como o Morro dos Ventos e o Parque Nacional homônimo. Destino imperdível para quem chega pelo Aeroporto de Várzea Grande.

Porta de entrada do Pantanal Norte e ponto de partida da Transpantaneira (MT-060). Terra de pousadas pantaneiras, observação de onças-pintadas e safáris fotográficos no maior alagado do planeta.
Descubra experiências únicas, eventos imperdíveis e lugares encantadores em Várzea Grande, Mato Grosso.